Abrigo João Paulo II

A proposta institucional do Instituto Pobres Servos da Divina Providência - Abrigo João Paulo II

 
         É de prestar o atendimento social de acolhida e promoção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, resgatando a sua dignidade, possibilitando a autoconstrução de sua cidadania e a inserção no mundo do trabalho. Isso tudo em um ambiente social e familiar com condições físicas necessárias para a boa convivência e o sadio crescimento conforme  Art. 92 do Estatuto da Criança e do Adolescente.
 
      Atualmente atendemos diariamente nos 20 núcleos, sendo 19 Casas-Lares e o Acolhimento Institucional Cisne Branco, 220 crianças e adolescentes, na faixa etária de zero a dezoito anos incompletos provenientes da cidade de Porto Alegre e Viamão, encaminhados pelo Juizado da Infância e da Juventude. Com sede administrativa em Porto Alegre.
 

       Os acolhidos como chegam até o Abrigo?

      Os acolhidos são encaminhados pelo Juizado da Infância e Juventude de cada cidade que possuímos parceria. E a grande maioria das crianças e adolescentes que recebemos traz consigo um grande prejuízo no que diz respeito à dignidade humana. Todos eles chegam carregando consigo uma bagagem de carência afetiva e baixa estima, sequelas deixadas pelo sofrimento, abandono, exploração e falta de perspectiva de futuro.
 
      Algumas crianças e adolescentes que atendemos já tiveram experiência com drogas. A maioria já foi usada por adultos para realização de trabalho de exploração em troca de comida ou de drogas, na prática de pequenos furtos e tráfico de drogas ("aviãozinho") e abusados sexualmente.
 
    A causa mais frequente da ida para a rua e por consequência a vinda para o Abrigo decorre das relações conflituosas na família como: maus tratos, a precária situação econômica, abandono, abuso sexual e outras situações. A facilidade que a rua proporciona para adquirir recursos. Tudo isto faz com que a criança ou o adolescente transforme a rua em sua moradia, por ser a única capaz de acolhê-lo.

Missão

Acolher e atender crianças e adolescentes, cujos direitos foram violados, promovendo proteção e acompanhamento de seu desenvolvimento, com vistas a reintegração familiar e comunáritia. 

Visão

Ser referência no acolhimento de crianças e adolescentes em medida de proteção nas modalidades de Casa Lar e Acolhimento Institucional.

Valores

- Fé e confiança em Deus;
- Respeito à Vida;
- Comprometimento Institucional;
- Trabalho em Equipe;
- Espírito de Família.

 

Como Atuamos

Acolhimento Institucional de crianças e adolescentes

           Modalidade Casa-lar - É o acolhimento realizado em unidades residenciais, implementada pela Política de Assistência Social dos Municípios, em consonância com as disposições do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e com o CONANDA ( Conselho Nacional de Assistência Social).   
             Composta por um Casal Social e um Educador substituto, os quais trabalham prestando cuidados a um grupo de até 10 crianças e/ou adolescentes. Acompanhados por uma Equipe Técnica de Assistente Social e Psicóloga.

                Modalidade Abrigo Residencial - É uma  modalidade de Acolhimento Institucional, sendo considerada porta de entrada de crianças e adolescentes que são encaminhadas pelo Juizado da Infância e Juventude, Promotoria e Conselho Tutelar de Viamão, em consonância com as disposições legais.
                    Composta por até 20 acolhidos, acompanhados por monitores(12/36h), uma Assistente Social e uma Psicóloga coordenados por uma assistente social.

   

  Projetos 

               Apadrinhamento Afetivo: este projeto visa estruturar uma rede de apoio afetivo, comunitário e social para crianças e adolescentes que estão em Acolhimento Institucional, através da vinculação com padrinhos e madrinhas, que possuem papel importante na vida dos acolhidos. O programa é composto por uma entrevista, com uma psicóloga, e seis oficinas que capacitam os futuros padrinhos para esse processo importante na trajetória dos acolhidos.

                   Apadrinhamento Financeiro: através da colaboração financeira por meio de transferência bancária ou via crnê de contribuição, as pessoas físicas ou jurídicas podem auxiliar na manutenção do trabalho da instituição. Estas contribuições são fundamentais para a aquisição de alimentos, roupas e calçados, pagamento de raios X odontológicos, consertos de eletrodomésticos, manutenção predial e do mobiliário das casas-lares, bem como auxiliar na complementação do repasse que as prefeituras realizam.

               Voluntariado: As pessoas físicas ou jurídicas podem  ajudar a instituição com a doação de algumas horas de suas vidas, como voluntários, para a arrecadação de alimentos em nossas ações junto ao Banco de Alimentos e ao Big Cristal, reforço escolar dos acolhidos, apoio para organização e execução das festas, apoio professional ou em demais atividades que necessitamos de auxílio.         

              Adoção Tardia: Este projeto é realizado juntamente com o Juizado da Infância e Juventude de Porto Alegre denominado "Missão Diversão" que possibilita uma vivência criativa e salutar entre as pessoas habilitadas para a adoção e os acolhidos do Abrigo João Paulo II com mais de dez anos de idade, incentivando a adoção tardia. O Judiciário também possui o projeto "Busca Ser" desenvolvido em todo o estado junto com as instituições de acolhimento. 

 

Diálogo contínuo e persistente, educação e amor como base de formação

       O Abrigo João Paulo II proporciona um acolhimento institucional e integral, mas enquanto se busca uma solução personalizada para cada caso atendido, desenvolvemos as seguintes atividades:

          Acolhimento: residências estruturadas, em pequenos núcleos de atendimento com capacidade para acolher, em regime de casas-lares e abrigo residencial, proporcionando um ambiente saudável e familiar para as 220 crianças e adolescentes que residem na instituição.

          Escola: todos os acolhidos frequentam a rede pública de ensino e são acompanhados pela equipe técnica do Abrigo composta pela coordenação e por psicólogas e assistentes sociais.

          Oficinas Pedagógicas e Cursos Profissionalizantes: visam proporcionar atividades de trabalho educativo, o conhecimento do mundo do trabalho, bem como, ajudar as crianças e adolescentes a se planejar para a construção de uma autonomia financeira.

             Atividades de recreação e lazer: pretendem resgatar o direito de brincar e aprender a conviver em grupo e com as diversidades.

             Atividades de formação integral: têm como objetivo resgatar valores éticos e humanos com base na filosofia calabriana e cristã.

            Atividades de higiene e saúde: visam orientar os meninos e meninas com relação à saúde, à higiene, o cuidado com as roupas, à prevenção das doenças.

 

 

Diretoria e Conselho

 

Conselho da Delegação

                 É o órgão que representa o Superior Geral e seu Conselho no âmbito de Delegação. O Conselho Geral, após ter feito uma consulta com todos os religiosos da Delegação Nossa Senhora Aparecida - BRASIL, nomeou os seguintes religiosos para conduzir a mesma durante o triênio 2018-2020:

Pe. Gilberto Bertolini
Delegado

Pe. Adelmo Cagliari 
Conselheiro  e o ecônomo da Delegação, sendo assim, o responsável pelas finanças de todas as atividades do Brasil


Pe. Gustavo Bonassi
Conselheiro

Pe. Ir. Aires Paesi
Conselheiro

Ir. Roque Kasmirski
Conselheiro

 

Conselho Operacional do Abrigo João Paulo II

                    Os Conselhos Operacionais são os órgãos administrativos nomeados pelo Conselho Deliberativo (Conselho de Delegação), entre religiosos e leigos que atuam na atividade. Ele é responsável pela gestão da atividade pela qual foi nomeado. Isto é, o Conselho Operacional é responsável por operacionalizar todos os processos administrativos necessários, para que a atividade seja efetiva.
 

Ir. Lauri Carlesso
 Diretor

Camila Monteiro
Vice-diretora e Coordenadora das Casas-lares

Ir. Cléber Monegat 
Conselheiro

Jurema da Silva
Conselheiro

Lécimary Moreno
Conselheiro